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Museu de Astronomia celebrou 33 anos ao lado do público

Atrações fizeram sucesso com o público e ajudaram a desvendar alguns mistérios da ciência

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Hoje foi dia de festa no Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). A instituição comemorou em grande estilo o seu 33º aniversário, neste 8 de março. A programação festiva e inteiramente gratuita, contou com várias atividades que permitiram ao visitante aprender, de forma divertida, alguns mistérios da ciência.

A chuva que caiu, até impediu a nossa tradicional Observação do Sol, mas ela não conteve a empolgação das crianças que vieram de várias escolas para interagir e conhecer mais sobre o universo científico. O público pôde contemplar as maravilhas do céu no Planetário Inflável Digital, participar de oficinas de astronomia, além de ter acesso às exposições, biblioteca e aos laboratórios do museu, por meio de visitação guiada.

E as crianças estavam realmente muito empolgadas. Na visita ao Laboratório de Conservação e Restauração de Papel (LAPEL), por exemplo, elas pediram explicações detalhadas sobre cada objeto utilizado para recepção e tratamento técnico dos documentos, surpreendendo e admirando os profissionais da instituição que trabalham na gestão da conservação dos acervos Arquivístico e Bibliográfico. Alguns alunos mostravam-se contentes em conhecer os segredos do Universo fora da sala de aula, aproveitando para tirar algumas dúvidas com a equipe do museu, especialmente com a oficina De frente com o Cientista.

A comemoração pelo dia Internacional da Mulher também foi motivo de inspiração para as atrações realizadas no MAST. O museu exibiu o filme Estrelas Além do Tempo, que narra a história de três mulheres negras que venceram os preconceitos com muita coragem, genialidade e matemática, na época da corrida espacial em meio às disputas ideológicas e científicas, no período da Guerra Fria. Após a exibição, as pesquisadoras do MAST conversaram sobre a participação das mulheres na ciência ao longo da história.

O museu também abriu espaço para a apresentação da tese O fenômeno gatekeeper – museologia, compartilhamento e conectividade híbrida na sociedade global, de Karina Muniz Viana, aluna do Programa de Pós- Graduação em Museologia e Patrimônio (PPGMUS - UNIRIO/MAST), que venceu o Prêmio ANCIB 2017 de melhor dissertação de mestrado em Ciência da Informação e Museologia do Brasil. Quem também esteve presente foi o Dr. Fernando Cocchiarale, curador chefe das exposições do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que ministrou a aula inaugural do primeiro semestre PPG-PMUS.

A diretora do MAST, Anelise Pacheco, ressaltou a importância da instituição, não somente em preservar a história da astronomia, mas também em divulgar suas iniciativas ao público. "33 anos é uma data bastante simbólica para o MAST. Hoje, não temos apenas um rico acervo focado em astronomia, mas instrumentos científicos que são testemunhos da história da ciência do Brasil. A vertente tem se consolidado na área educativa, inclusive com o Laboratório de Inovação em Recursos Educacionais, idealizado para potencializar nossas atividades. Também estamos presente nas redes sociais, Instagram, Facebook, Twitter, Youtube, para cada vez mais atrairmos os jovens ", declarou.

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