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MAST comemora os 60 anos do Sputnik

Para celebrar esta data, o MAST convida o público a conhecer uma das poucas réplicas do Sputnik, que faz parte de seu acervo, e a participar de palestras com especialistas sobre o satélite que deu início à corrida espacial

  • Publicado: Terça, 03 de Outubro de 2017, 10h58
  • Última atualização em Terça, 03 de Outubro de 2017, 13h55

O céu deixou de ser o limite há 60 anos, quando em 4 de outubro de 1957 a União Soviética colocou em órbita o Sputnik, primeiro satélite artificial feito pelo homem, que deu início à Era Espacial. Seu lançamento é considerado um dos momentos mais importantes da história, alavancando a corrida espacial com os Estados Unidos. O Sputnik permitiu conhecimentos importantes e inéditos sobre a superfície da Terra, as camadas superiores da atmosfera e a propagação de sinais de rádio.

 

Para conhecer mais detalhes e curiosidades sobre este satélite, e comemorar esta importante data, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) convida o público a conhecer uma das poucas réplicas do Sputnik, em tamanho natural! O satélite faz parte do acervo do MAST e ficará exposto na entrada do museu até o fim de outubro. Também vai ser uma oportunidade para participar de uma mesa redonda com dois especialistas no assunto: Naelton Araújo, Astrônomo da Fundação Planetário do Rio de Janeiro e o professor Dr. José Leandro Cardoso. As palestras serão seguidas por uma breve oficina de leitura da réplica e o público também será convidado a participar do Programa de Observação do Céu.

 

 

réplica do Sputnik foi doada ao MAST pela embaixada da então União Soviética, ainda na década de 80 do século passado. Na época, a peça fez parte de uma exposição sobre esta grande conquista espacial.

 

60 Anos do Sputnik
04 de outubro | 18h
Local: Auditório do prédio anexo
Palestras:

 

Naelton Araújo (Fundação Planetário)

Sputnik, filho da guerra fria

Resumo: O produto pacífico da corrida armamentista foi sua contrapartida espacial: satélites, naves tripuladas e sondas interplanetárias. Na disputa entre EUA e URSS, chamada de guerra fria, o importante era fazer mísseis para despejar horrores nucleares sobre os inimigos. Felizmente esta guerra nunca esquentou e como resultado daquela corrida temos os satélites artificiais.

 

José Leandro Cardoso (SME-RJ e SEE-RJ)

Bip-bip, o futuro entre dois mundos  

Resumo: a repercussão do lançamento do Sputnik na imprensa carioca e a formação da sua memória em filmes.

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