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Caçador de Asteroides visita o Museu de Astronomia

Prof. Patrick Miller conheceu o museu, falou de seu projeto e se encantou com o espaço e com as diversas atividades desenvolvidas no Campus

  • Publicado: Quinta, 26 de Outubro de 2017, 16h51
  • Última atualização em Sexta, 27 de Outubro de 2017, 15h58

Nada melhor do que receber um especialista mundial em asteroides, justamente na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O Prof. Patrick Miller, coordenador mundial do programa de procura por asteroides (International Astronomical Search Collaboration), visitou o Museu de Astronomia e Ciências Afins para conhecer suas instalações para uma possível parceria em seu projeto. Ele ficou encantado com a estrutura e com o tamanho da área ocupada pelo museu e viu de perto as atividades desenvolvidas para a SNCT 2017.

O "caçador de asteroides", como ele é conhecido, explicou um pouco sobre o seu programa, que conta com a participação de escolas de cerca de 40 países. "Nós treinamos o professor na procura pelos asteroides, para que em sala de aula ele ensine às crianças a os descobrirem por meio de telescópios. O mais importante neste projeto é a experiência de alunos poderem se envolver em um verdadeiro trabalho científico", disse Patrick.

É a primeira vez que Patrick Miller vem à cidade do Rio de Janeiro. Sua visita tem o propósito de criar uma campanha em grande escala nas escolas pela busca de asteroides, a partir do projeto Naves do Conhecimento, desenvolvido pela Secretaria de Inovação do Estado, que visa a democratização do acesso à informação e ao conhecimento de novas formas de aprendizagem à sociedade.

Marcelo Souza, Coordenador do Clube de Astronomia de Campos, que acompanhava o professor em sua visita ao MAST, contou que Patrick vê uma oportunidade de realizar sua busca de asteroides, pois será necessário um suporte e apoio de pessoas especializadas na área."É uma boa oportunidade para as instituições da cidade se envolverem com o projeto, incluindo o MAST, que pode fazer parte desse programa de busca por asteroides usando todo seu espaço e estrutura", explicou Marcelo.


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