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Ampliando o Estado Imperial: os engenheiros e a organização da cultura no Brasil oitocentista

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Coordenador: Pedro Eduardo Mesquita de Monteiro Marinho

Resumo

A pesquisa tem o objetivo de analisar como se constituíram historicamente os engenheiros civis, suas relações profissionais e políticas, relacionando-os ao processo de complexificação do Estado brasileiro ao longo da segunda metade do século XIX. Propõe-se, desta maneira, contribuir para uma análise relativa a uma espécie particular de ação e produção de saberes, no caso a engenharia civil, num determinado recorte cronológico quando, de um lado, estava em jogo a consolidação institucional de engenheiros em agremiações com suas práticas e regras específicas e, de outro, o processo pelo qual determinados campos do saber - e poder - foram se constituindo, diferenciando-se e adquirindo autonomia. Esse duplo movimento possibilitou o acesso dos engenheiros civis a postos de direção significativos. 

O corpo de fontes que dá sustentação a essa pesquisa é de composição variada e implica uma abordagem eminentemente relacional, envolvendo documentação de caráter diverso. Entretanto, tem sido prioridade a compilação de fontes primárias – muitas delas inéditas no campo da história.

 


Equipe

Pedro Eduardo Mesquita de Monteiro Marinho (coordenador); Fernanda Barbosa dos Reis Rodrigues (bolsista PCI - MCTIC/MAST); Camilla Rabello (bolsista PIBIC - MAST/CNPq); Rodrigo Gomes Pinto (bolsista PIBIC - MAST/CNPq)

 

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