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Museu de Astronomia e Ciências Afins – 36 anos

Criado: Quinta, 11 de Março de 2021, 14h39 | Acessos: 31

Programação de Aniversário tem conteúdo virtual do MAST Em Casa, presenteando o público com versão on-line de atividades oferecidas 

O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), celebra nesta semana 36 anos de criação. Iniciou suas atividades em 8 de março de 1985, tornando-se responsável pela guarda de grande parte do patrimônio cultural do antigo Observatório. Com o passar dos anos, o Museu tornou-se referência na preservação do patrimônio cultural científico brasileiro, salvaguardando um amplo acervo constituído por arquivos de numerosos cientistas e uma importante coleção de instrumentos, provenientes de várias unidades de pesquisa do MCTI, que são testemunhos da história da ciência do país.

Na semana de celebração pelos 36 anos, a programação de aniversário presenteia o público com uma série de conteúdos que unem diversão e conhecimento. E por ser uma ocasião especial, as atividades oferecidas, presencialmente, pelo MAST foram adaptadas para o mundo virtual e poderão ser acompanhadas pelo canal do MAST no YouTube.

  • Lançamento do web livro Bafo de Brilho, publicação virtual que ajuda a conectar arte e literatura na divulgação de ciências para o público infantil. Quinta, 11/03, às 15h.

Ciência e literatura se conectam para levar conhecimento ao público infantil com a história de Bafo de Brilho, uma inquieta pererequinha que construiu um telescópio e acabou engolindo uma estrela por confundi-la com um vaga-lume. Criado pela pesquisadora Victória Flório Pires, pesquisadora da Coordenação de Educação e Popularização em Ciências do MAST, o web livro foi idealizado para, além de entreter as crianças, identificar as formas de relacionamento do Museu com este público, fortalecendo laços entre ciências, cultura e educação.

  • Observação do Céu em AplicativosLive com especialistas que apresentam os diferentes recursos para identificar as constelações e acompanhar eventos visíveis a olho nu. Quinta, 11/03, às 18h.

O bate-papo conta com a participação de Flávia Requeijo, Claudia Matos e Diego Madeira, pesquisadores da Coordenação de Educação e Popularização da Ciência (COEDU), mostrando como usar bússolas, cartas celestes e, inclusive, aplicativos como o Stellarium, que permite a simulação de movimentos celestes e a observação de estrelas, planetas e constelações.

  • Oficina Brincando com a Ciência. Live com experiências que ensinam como fenômenos físicos são observados em brinquedos que fazem pensar. Sexta, 12/03, às 15h.

Os pesquisadores da Coordenação de Educação e Popularização da Ciência vão apresentar uma live exclusiva, contando como são pensadas e elaboradas as iniciativas que ajudam a ensinar o público a realizar uma brincadeira simples ou construir um aparato interessante que utiliza princípios científicos. Ao longo do encontro virtual, os especialistas vão ensinar como construir os experimentos Submarino, Aparatos Visuais e o Repolho Camaleão, utilizando materiais disponíveis em casa, como objetos de uso cotidiano.

 

  • A Saudade do Céu – Conversas sobre a poluição luminosa e iniciativas para o seu controle. Live com cientistas explicará como a poluição luminosa impacta na observação de um céu estrelado. Sexta, 12/03, às 18h

O bate-papo será moderado pelo Dr. Vladimir Jearim Peña Suárez, docente do Instituto de Física da UFRJ, que recebe a física Tatiane Corrêa da Costa e Silva, aluna de Mestrado em Astronomia no Observatório Nacional, cujo projeto de pesquisa se refere a este assunto e o Dr. Daniel Rodrigues Costa Mello, astrônomo da UFRJ, que promove atividades educativas de Astronomia e Astrofotografia no Observatório do Valongo. Esta conversa abordará as barreiras causadas pela poluição luminosa e explicar os motivos que dificultam olhar para os céus e vislumbrar a galáxia, o frustra estudiosos e simples admiradores das estrelas. Será que a tecnologia pode ser responsável por causar esse problema ou também ser a solução, caso auxilie em uma iluminação inteligente e eficiente?


Ao completar 36 anos de existência, mesmo em meio à pandemia, pode-se concluir que a perseverança de seu corpo técnico e sua paixão pela ciência fazem o MAST permanecer vivo e superar dificuldades em momentos adversos, sempre buscando divulgar a ciência e sensibilizar os visitantes, não somente para a importância da preservação do patrimônio cultural de C&T, mas também de sua identidade.


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