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Astronomia e a Física Nuclear na Série Dark

Live traz diálogos entre a realidade e a ficção sobre a websérie alemã exibida pela plataforma de streaming Netflix

  • Criado: Terça, 23 de Junho de 2020, 10h33
  • Acessos: 297

Viagens no tempo, conceitos de física, desaparecimentos, questões filosóficas e científicas intrigantes. Esses são os ingredientes que estão atraindo enorme atenção do público em Dark, a produção alemã eleita como a melhor série da Netflix, segundo o site Rotten Tomatoes. O suspense na trama aborda muita ficção científica misturada às idéias de espaço-tempo descritas na Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.

Mas, quais são os fatos científicos reais nessa série? Seria possível a criação de um buraco de minhoca a partir de resíduos radioativos? Pensando nisso, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) realiza neste sábado (27), às 15h, a live Diálogos entre a Astronomia e a Física Nuclear na Série Dark: Realidade e ficção. O astrofísico Vladimir Jearim Peña Suárez, bolsista pesquisador do MAST, recebe e o físico Willian Abreu, doutorando em Engenharia Nuclear (COPPE-UFRJ), para um bate-papo sobre tudo o que há de factível nessa série, apresentando e esclarecendo pontos cruciais para a compreensão, desde o funcionamento de uma usina nuclear à existência de buracos de minhoca.

Willian Vieira De Abreu

Doutorando em Engenharia Nuclear pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ), possui Mestrado em Ciência e Tecnologia nucleares pelo Instituto de Engenharia Nuclear (IEN/CNEN) e Graduação em Física pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Desenvolve pesquisa em física de reatores, mais especificamente no estudo da função de alargamento Doppler sob a ótica da estatística de Kaniadakis, que é uma generalização da distribuição padrão de Maxwell-Boltzmann.

Durante a graduação foi bolsista de iniciação científica pela Coordenação de Educação em Ciências do MAST. Possui ampla experiência na orientação de alunos para iniciação científica e na divulgação científica através de projetos como o planetário da Fundação Oswaldo Cruz e a organização do inédito Guia de Museus e Centros de Ciências Acessíveis da América Latina e do Caribe, em parceria com Fiocruz e RedPOP, montando também o site do grupo e a versão acessível em Libras do Guia, disponível on-line. É membro do Instituto Nacional de Comunicação Pública em Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT).


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