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Desenvolvimento de pesquisa por bolsistas, movimentos por especialistas: a matemática moderna na América Latina de 1945 a 1965

  • Criado: Quarta, 10 de Setembro de 2014, 15h38
  • Publicado: Quarta, 10 de Setembro de 2014, 15h38
  • Última atualização em Sexta, 02 de Março de 2018, 17h31

Palestra proferida em espanhol seguido e debate
Palestrante: Michael Barany – Universidade de Princeton

Resumo
O alcance geográfico e a integração da matemática moderna expandiu dramaticamente com o despertar da segunda grande guerra mundial. Examino em âmbito internacional as produções logísticas e políticas resultantes das pesquisas em matemática neste período seguindo as viagens de José Luis Massera, do Urugua, Leopoldo Nachbin do Brazil e Laurent Zchwartz da França. Os esforços conectados das organizações educacionais, científicas e culturais da ONU tiveram lugar em contextos relacionados com informação parcial, cada qual refletiu o deslocamento político e econômico da Guerra Fria globalizada. Examinando arquivos institucionais ou pessoais, situo estes procedimentos nas mecânicas e nos ideais do colonialismo científico século XX. Como uma interessante e moderna teoria ligada a vários campos de aplicação e receptiva a breves e evocativas exposições, a teoria de Schwartz sobre distribuições vicejou neste contexto Latino Americano do pós guerra. O sucesso desta teoria, entretanto, dependeu dos recursos – coordenação intensiva de inúmeras pessoas e instituições, que reconfigurou comunidades de matemáticos através e além da América Latina, enquanto que vinculava tais comunidades, unindo-as materialmente e intelectualmente.

Desarrollo de y por becarios, movimiento de y por expertos: la matemática moderna en latinoamérica de 1945 a 1965

Abstract:
The geographic reach and international integration of modern mathematics expanded dramatically in the wake of the Second World War. I examine the political and logistical achievement of international mathematics in this period by following the travels of José Luis Massera of Uruguay, Leopoldo Nachbin of Brazil, and Laurent Schwartz of France. The interlocking efforts of governments, philanthropies, and new postwar formations like the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization to build mathematical institutions in Latin America took place in contexts connected through partial information, competing prerogatives, and costly exchanges of materials and personnel, each of which reflected the shifting economic and political constraints of the global Cold War. Drawing on fellowship files and institutional archives, I situate these developments in the mechanics and ideals of twentieth-century scientific colonialism. As an exciting and modern theory tied to several fields of application and amenable to brief and evocative expositions, Schwartz’s theory of distributions thrived in this postwar Latin American context. The theory’s success, however, depended on the resource-intensive coordination of numerous people and institutions—coordination that reshaped mathematical communities in Latin America and beyond, while tying those communities together materially and intellectually.


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