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Encontro com a História - Setembro

  • Criado: Sexta, 12 de Setembro de 2014, 15h22
  • Publicado: Sexta, 12 de Setembro de 2014, 15h22
  • Última atualização em Segunda, 13 de Novembro de 2017, 15h16

Dia e horário:
17 de setembro - 14h

Mesa Redonda e lançamento do catálogo “Observações do Recife Holandês”
Local: Auditório do prédio anexo.
Hora: 15:00 – 17:30

Palestrantes:
Heloisa Meireles Gesteira - Doutora em História (UFF), professora do PPGH - UNIRIO/MAST e pesquisadora do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCTI)
Oscar Toshiaki Matsuura - Pós-Doutorado.(University of Colorado). Doutor em astronomia cometária pelo Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP e MAST/MCTI)
Fabíola Belinger Angotti - Arquiteto, Mestre em Arquitetura (PROARQ/FAU/UFRJ) e bolsista PCI/CNPq (MAST/MCTI)
Antonio Carlos Martins - Arquiteto, Mestre em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS/UNIRIO/MAST) (MAST/MCTI)
Eugenio Reis - Doutorado em Geofísica (Observatório Nacional, ON) e Coordenador de Educação em Ciência (MAST/MCTI)
17:30h Abertura da exposição - Observações do Recife Holandês
Apresentação do Coral do ON/MAST – Regente: Maetro Marcio Carvalho
Oficina de observação do Céu com o quadrante

Ementa

A exposição Observações do Recife Holandês apresenta ao público uma parte dos trabalhos de Jorge Marcgrave, sábio que viveu no Recife, entre 1637-1643. Neste periodo Marcgrave realizou observações acerca do clima, das terras, das plantas, dos animais, das gentes e do céu austral.

O trabalho desta exposição representa um desafio. A confecção de um quadrante astronômico, a partir das descrições feitas por Marcgrave do instrumento utilizado por ele para observação do céu, e que pode ser usado pelos visitantes para observar o céu.

Durante a primeira metade do século XVII, o instrumento mais importante era o quadrante de 5 pés (cerca de 1,6m) de raio. Por sua simplicidade, ele também pode ser usado como um instrumento didático, pois seu funcionamento pode ser percebido com clareza.

A exposição torna-se uma viagem no tempo, uma vez que pode nos colocar numa zona de contato entre os desafios e limites de uma observação feita com um artefato que busca, na medida do possível, reproduzir as características de um instrumento científico do passado.

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