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Observatório Europeu Austral no MAST

  • Criado: Terça, 14 de Outubro de 2014, 14h21
  • Publicado: Terça, 14 de Outubro de 2014, 14h21
  • Última atualização em Segunda, 11 de Dezembro de 2017, 14h14

A partir do dia 14 de outubro, quem visitar o Museu de Astronomia e Ciências Afins terá a oportunidade de conhecer um dos observatórios mais importantes do mundo. Em cartaz pela primeira vez em um museu brasileiro, a mostra “Alcançando Novos Horizontes em Astronomia”, do Observatório Europeu Austral (ESO, sigla em inglês), fornece uma boa ideia dos instrumentos de alta tecnologia existentes para a pesquisa astronômica e revela ainda detalhes sobre a dinâmica do ESO.

Destaque para a maquete de um dos projetos mais ambiciosos da organização: o telescópio E-ELT (European Extremely Large Telescope). Em construção no Cerro Armazones, deserto do Chile, o novo telescópio terrestre terá um espelho primário de 39m de diâmetro. Segundo o pesquisador do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), Albert Bruch, o E-ELT será o maior telescópio óptico de todos os tempos e poderá auxiliar em uma série de pesquisas. “Com ele, os astrônomos poderão buscar planetas terrestres ao redor de outras estrelas. Além disso, o telescópio permitirá os avanços nas pesquisas cosmológicas e, certamente, outras descobertas virão”, diz o pesquisador.

A exposição fará parte da programação do MAST para a 11ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Após do evento, a mostra permanece em cartaz até 9 de novembro. O Museu fica na Rua General Bruce, 586, no Bairro Imperial de São Cristóvão, RJ. A entrada gratuita e a classificação livre.

Sobre o Observatório Europeu do Sul (ESO)
Fundado em 1962, o Observatório Europeu do Sul (ESO, sigla em inglês) é uma organização européia intergovernamental que constrói e opera um conjunto dos telescópios astronômicos terrestres mais avançados do mundo. O ESO também tem um papel importante na promoção e organização de cooperação na investigação astronômica. Embora a sede esteja localizada em Garching, perto de Munique (Alemanha), o ESO também atua em três observatórios de ponta na região do deserto de Atacama, no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor.

Desde 2010, o Observatório Europeu do Sul incorporou o Brasil na lista dos países associados. Apesar do contrato ainda estar em processo de ratificação pelo Congresso Nacional, o nosso país já é considerado o 15º membro e o primeiro não Europeu a integrar o ESO, ao lado dos países: Áustria, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça. Com isso, os pesquisadores brasileiros passaram a usufruir dos recursos da organização como país membro.
link: http://www.eso.org/public/brazil/about-eso/memberstates/.


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